sábado, 23 de fevereiro de 2008

Grupos:

Grupo 6 – 5 integrantes

Gutemberg Barbosa de Jesus
Paulo Pereira dos Santos
Romildo Lacerda Padilha
Reginaldo Pereira da Silva
Wellington Noronha da Silva

Grupo 5 – 5 integrantes

Joyce Coelho
Bruna Tavares Araújo
Fábio Osca Souza Pereira
Bernard Aurélio de Medeiros Carvalho
Valdirene Maria da Silva

Grupo 4 – 5 integrantes

Alexandra Aparecida Flório Lopes
Alexandra Aparecida Lopes
Eder Brito Martins
Michele Ginieis Martins Fontes
João Ribeiro de Sales

Grupo 3 – 5 integrantes

Juliana Mendes Stefanini
Márcio André Veríssimo Leodoro
Alan Rogerio da Costa Santos
Cleide Aparecida S. Santos
Fernando da Silva Braga

Grupos

Grupo 2 – 5 integrantes

Talita Martins
Lilian Souza Oliveira
Francisco de Assis
Erickson de Oliveira Ruiz
Ariane Guedes

Grupos

Grupo 1 – 5 integrantes

Edson Shoiti Nakata
Gustavo Pavarina
Custódio Máximo Ramos Neto
José Cloves Novais Queiroz
Rafael Sartori

Outro personagem histórico: PARETO






Vilfredo Pareto (Paris, 15 de Julho de 1848 — Céligny, 19 de Agosto de 1923) foi político, sociólogo e economista italiano.

[[Imagem: ]]==Biografia== A família de Vilfredo Pareto, originária da Ligúria, detinha o título de nobreza desde o início do século XVIII. Seu avô, Giovanni Benedetto Pareto, foi nomeado Barão do Império por Napoleão em 1811. Seu pai, recebeu asilo em Paris devido às suas idéias republicanas e antipiemontesas. Lá se casou com Marie Méténier, sua mãe.

Em 1867 a família de Pareto volta à Itália onde este conclui os estudos secundários clássicos e estudos científicos na Universidade Politécnica de Turim.

Durante o período de 1874 e 1892 vive em Florença, tendo sido engenheiro ferroviário e Diretor-Geral das estradas de ferro italianas. Nesta época também participa da Sociedade Adam Smith em Florença e junto a esta em manifestações contra o socialismo de Estado, o protecionismo e o militarismo do governo italiano. Era adepto, na época, da democracia e do liberalismo. Em 1882 é candidato ao cargo de deputado sem sucesso.

Em 1889 casa-se com Alessandra Bakunin.

Entre 1892 e 1894 publica estudos sobre os princípios fundamentiais da economia pura, entre outros pontos da teoria econômica. Em 1892, após contato com L. Walras, este o indica para tomar seu lugar na cadeira de economia política da Universidade de Lausanne. Em 1893 assumiria o cargo.

Em 1897 executou um estudo sobre a distribuição de renda. Através deste estudo, percebeu-se que a distribuição de riqueza não se dava de maneira uniforme, havendo grande concentração de riqueza (80%) nas mãos de uma pequena parcela da população (20%).

Depois de separar-se de Alessandra Bakunin em 1901, passa a viver com Jeanne Régis em 1902.

Apartir de 1907, por motivos de doença passa a reduzir, pouco a pouco, seu trabalho como professor.

Em 1923 Vilfredo Pareto é nomeado Senador do Reino da Itália. Publica então dois artigos nos quais se aproxima do fascismo recomendando aos adeptos desta ideologia uma atitude liberal.


Princípio de Pareto
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A Lei de Pareto (também conhecido como princípio 80-20), afirma que para muitos fenómenos, 80% das consequências advém de 20% das causas.

História da gerência de projeto







Como uma disciplina, a gerência de projeto foi desenvolvida de diversos campos de aplicação diferentes, incluindo a construção, a engenharia mecânica, projetos militares, etc..








Nos Estados Unidos, o ‘pai’ da gerência de projeto é Henry Gantt,












chamado o pai de técnicas do planejamento e do controle, que é conhecido pelo uso do gráfico de ‘barra’ como uma ferramenta de gerência do projeto, para ser um associado as teorias de Frederick Winslow Taylor da administração científica,







e para seu estudo do trabalho e da gerência do edifício do navio da marinha. Seu trabalho é o precursor a muitas ferramentas de gerência modernas do projeto, tais como a WBS (work breakdown structure) ou EAP (estrutura analítica do projeto) de recurso que avalia o trabalho.




Os anos 50 marcam o começo da era moderna da gerência de projeto. Outra vez, nos Estados Unidos, antes dos anos 50, os projetos foram controlados basicamente se utilizando os gráficos de Gantt, técnicas informais e ferramentas. Nesse tempo, dois modelos programando do projeto matemático foram desenvolvidos: (1) de 'Program Evaluation and Review Technique' ou o PERT,







desenvolvido como a parte programa do míssil do submarino Polaris da marinha dos Estados Unidos' (conjuntamente com o Lockheed Corporation); e o









(2) 'Critical Path Method' (CPM) desenvolvido em conjunto por DuPont Corporation e Remington Rand Corporation para projetos da manutenção de planta. Estas técnicas matemáticas espalharam-se rapidamente em muitas empresas.









Em 1969, o Project Management Institute (PMI) foi dando forma para servir ao interesse da indústria da gerência de projeto. A premissa de PMI é que as ferramentas e as técnicas da gerência de projeto são terra comum mesmo entre a aplicação difundida dos projetos da indústria do software à indústria de construção. Em 1981, os diretores do PMI autorizaram o desenvolvimento de o que se transformou em um guia de projetos o 'Project Management Body of Knowledge', contendo os padrões e as linhas mestras das práticas que são usados extensamente durante toda a profissão.

Sugestão de Livro: GERÊNCIA EM PROJETOS


Gerência em Projetos: Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia
DALTON L. VALERIANO

Em um ambiente de competição e de mudanças, de um lado, e de competente administração participativa e cooperação de outro, os projetos devem ser executados por equipes integradas, em que todos conheçam o trabalho de todos, realizando com eficiência suas tarefas específicas. Todos estão comprometidos com os resultados e todos são gerentes de alguma parte do projeto e, ao mesmo tempo, clientes e fornecedores de outras. Isso exige projetos bem planejados, bem executados e controlados em todas as áreas e em todos os seus níveis, como preconizado nesse livro, permitindo a descentralização da execução e do controle do projeto: as gestões da qualidade e a ambiental, as de configuração, a de interface, de dados técnicos, da documentação técnica, a de riscos etc., e outras de que o gerente necessitar. Cada capítulo é um minicurso, com indicação de literatura, bibliografia e normas técnicas. No conjunto, esses capítulos e um alentado Glossário são uma compacta biblioteca, no que há de mais atual e eficiente sobre gerenciamento em projetos. E mais: a aplicação dos conhecimentos e rocedimentos recomendados neste livro é uma verdadeira escola de gerenciamento nas instituições. Denso e preciso, mas de leitura agradável, é imprescindível a todos quantos trabalham em projetos (em instituições de P, D & E, de planejamento, de fomento e financiamento de projetos etc.). É recomendado como livro-texto em cursos de graduação e especialização na área de ciências exatas (especialmente nos de engenharia) e nos de administração.



Critérios de Notas