Grupo 6 – 5 integrantes
Gutemberg Barbosa de Jesus
Paulo Pereira dos Santos
Romildo Lacerda Padilha
Reginaldo Pereira da Silva
Wellington Noronha da Silva
Grupo 5 – 5 integrantes
Joyce Coelho
Bruna Tavares Araújo
Fábio Osca Souza Pereira
Bernard Aurélio de Medeiros Carvalho
Valdirene Maria da Silva
Grupo 4 – 5 integrantes
Alexandra Aparecida Flório Lopes
Alexandra Aparecida Lopes
Eder Brito Martins
Michele Ginieis Martins Fontes
João Ribeiro de Sales
Grupo 3 – 5 integrantes
Juliana Mendes Stefanini
Márcio André Veríssimo Leodoro
Alan Rogerio da Costa Santos
Cleide Aparecida S. Santos
Fernando da Silva Braga
sábado, 23 de fevereiro de 2008
Grupos
Grupo 2 – 5 integrantes
Talita Martins
Lilian Souza Oliveira
Francisco de Assis
Erickson de Oliveira Ruiz
Ariane Guedes
Talita Martins
Lilian Souza Oliveira
Francisco de Assis
Erickson de Oliveira Ruiz
Ariane Guedes
Grupos
Grupo 1 – 5 integrantes
Edson Shoiti Nakata
Gustavo Pavarina
Custódio Máximo Ramos Neto
José Cloves Novais Queiroz
Rafael Sartori
Edson Shoiti Nakata
Gustavo Pavarina
Custódio Máximo Ramos Neto
José Cloves Novais Queiroz
Rafael Sartori
Outro personagem histórico: PARETO
Vilfredo Pareto (Paris, 15 de Julho de 1848 — Céligny, 19 de Agosto de 1923) foi político, sociólogo e economista italiano.
[[Imagem: ]]==Biografia== A família de Vilfredo Pareto, originária da Ligúria, detinha o título de nobreza desde o início do século XVIII. Seu avô, Giovanni Benedetto Pareto, foi nomeado Barão do Império por Napoleão em 1811. Seu pai, recebeu asilo em Paris devido às suas idéias republicanas e antipiemontesas. Lá se casou com Marie Méténier, sua mãe.
Em 1867 a família de Pareto volta à Itália onde este conclui os estudos secundários clássicos e estudos científicos na Universidade Politécnica de Turim.
Durante o período de 1874 e 1892 vive em Florença, tendo sido engenheiro ferroviário e Diretor-Geral das estradas de ferro italianas. Nesta época também participa da Sociedade Adam Smith em Florença e junto a esta em manifestações contra o socialismo de Estado, o protecionismo e o militarismo do governo italiano. Era adepto, na época, da democracia e do liberalismo. Em 1882 é candidato ao cargo de deputado sem sucesso.
Em 1889 casa-se com Alessandra Bakunin.
Entre 1892 e 1894 publica estudos sobre os princípios fundamentiais da economia pura, entre outros pontos da teoria econômica. Em 1892, após contato com L. Walras, este o indica para tomar seu lugar na cadeira de economia política da Universidade de Lausanne. Em 1893 assumiria o cargo.
Em 1897 executou um estudo sobre a distribuição de renda. Através deste estudo, percebeu-se que a distribuição de riqueza não se dava de maneira uniforme, havendo grande concentração de riqueza (80%) nas mãos de uma pequena parcela da população (20%).
Depois de separar-se de Alessandra Bakunin em 1901, passa a viver com Jeanne Régis em 1902.
Apartir de 1907, por motivos de doença passa a reduzir, pouco a pouco, seu trabalho como professor.
Em 1923 Vilfredo Pareto é nomeado Senador do Reino da Itália. Publica então dois artigos nos quais se aproxima do fascismo recomendando aos adeptos desta ideologia uma atitude liberal.
Princípio de Pareto
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A Lei de Pareto (também conhecido como princípio 80-20), afirma que para muitos fenómenos, 80% das consequências advém de 20% das causas.
História da gerência de projeto
Como uma disciplina, a gerência de projeto foi desenvolvida de diversos campos de aplicação diferentes, incluindo a construção, a engenharia mecânica, projetos militares, etc..
Nos Estados Unidos, o ‘pai’ da gerência de projeto é Henry Gantt,
chamado o pai de técnicas do planejamento e do controle, que é conhecido pelo uso do gráfico de ‘barra’ como uma ferramenta de gerência do projeto, para ser um associado as teorias de Frederick Winslow Taylor da administração científica,
e para seu estudo do trabalho e da gerência do edifício do navio da marinha. Seu trabalho é o precursor a muitas ferramentas de gerência modernas do projeto, tais como a WBS (work breakdown structure) ou EAP (estrutura analítica do projeto) de recurso que avalia o trabalho.
Os anos 50 marcam o começo da era moderna da gerência de projeto. Outra vez, nos Estados Unidos, antes dos anos 50, os projetos foram controlados basicamente se utilizando os gráficos de Gantt, técnicas informais e ferramentas. Nesse tempo, dois modelos programando do projeto matemático foram desenvolvidos: (1) de 'Program Evaluation and Review Technique' ou o PERT,
desenvolvido como a parte programa do míssil do submarino Polaris da marinha dos Estados Unidos' (conjuntamente com o Lockheed Corporation); e o
(2) 'Critical Path Method' (CPM) desenvolvido em conjunto por DuPont Corporation e Remington Rand Corporation para projetos da manutenção de planta. Estas técnicas matemáticas espalharam-se rapidamente em muitas empresas.
Em 1969, o Project Management Institute (PMI) foi dando forma para servir ao interesse da indústria da gerência de projeto. A premissa de PMI é que as ferramentas e as técnicas da gerência de projeto são terra comum mesmo entre a aplicação difundida dos projetos da indústria do software à indústria de construção. Em 1981, os diretores do PMI autorizaram o desenvolvimento de o que se transformou em um guia de projetos o 'Project Management Body of Knowledge', contendo os padrões e as linhas mestras das práticas que são usados extensamente durante toda a profissão.
Sugestão de Livro: GERÊNCIA EM PROJETOS
Gerência em Projetos: Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia
DALTON L. VALERIANO
Em um ambiente de competição e de mudanças, de um lado, e de competente administração participativa e cooperação de outro, os projetos devem ser executados por equipes integradas, em que todos conheçam o trabalho de todos, realizando com eficiência suas tarefas específicas. Todos estão comprometidos com os resultados e todos são gerentes de alguma parte do projeto e, ao mesmo tempo, clientes e fornecedores de outras. Isso exige projetos bem planejados, bem executados e controlados em todas as áreas e em todos os seus níveis, como preconizado nesse livro, permitindo a descentralização da execução e do controle do projeto: as gestões da qualidade e a ambiental, as de configuração, a de interface, de dados técnicos, da documentação técnica, a de riscos etc., e outras de que o gerente necessitar. Cada capítulo é um minicurso, com indicação de literatura, bibliografia e normas técnicas. No conjunto, esses capítulos e um alentado Glossário são uma compacta biblioteca, no que há de mais atual e eficiente sobre gerenciamento em projetos. E mais: a aplicação dos conhecimentos e rocedimentos recomendados neste livro é uma verdadeira escola de gerenciamento nas instituições. Denso e preciso, mas de leitura agradável, é imprescindível a todos quantos trabalham em projetos (em instituições de P, D & E, de planejamento, de fomento e financiamento de projetos etc.). É recomendado como livro-texto em cursos de graduação e especialização na área de ciências exatas (especialmente nos de engenharia) e nos de administração.
DALTON L. VALERIANO
Em um ambiente de competição e de mudanças, de um lado, e de competente administração participativa e cooperação de outro, os projetos devem ser executados por equipes integradas, em que todos conheçam o trabalho de todos, realizando com eficiência suas tarefas específicas. Todos estão comprometidos com os resultados e todos são gerentes de alguma parte do projeto e, ao mesmo tempo, clientes e fornecedores de outras. Isso exige projetos bem planejados, bem executados e controlados em todas as áreas e em todos os seus níveis, como preconizado nesse livro, permitindo a descentralização da execução e do controle do projeto: as gestões da qualidade e a ambiental, as de configuração, a de interface, de dados técnicos, da documentação técnica, a de riscos etc., e outras de que o gerente necessitar. Cada capítulo é um minicurso, com indicação de literatura, bibliografia e normas técnicas. No conjunto, esses capítulos e um alentado Glossário são uma compacta biblioteca, no que há de mais atual e eficiente sobre gerenciamento em projetos. E mais: a aplicação dos conhecimentos e rocedimentos recomendados neste livro é uma verdadeira escola de gerenciamento nas instituições. Denso e preciso, mas de leitura agradável, é imprescindível a todos quantos trabalham em projetos (em instituições de P, D & E, de planejamento, de fomento e financiamento de projetos etc.). É recomendado como livro-texto em cursos de graduação e especialização na área de ciências exatas (especialmente nos de engenharia) e nos de administração.
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